Carência de iodo pode reduzir fertilidade

As mulheres com défice moderado a grave de iodo podem demorar mais tempo a engravidar, comparativamente com as mulheres que apresentam reservas adequadas deste micronutriente, indica um estudo publicado na revista científica Human Reproduction.

Carência de iodo pode reduzir fertilidade

De acordo com uma notícia publicada no portal dos National Institutes of Health (NIH), agência governamental dos Estados Unidos da América (EUA), a equipa de investigação analisou informação de cerca de 500 casais a tentar engravidar, entre 2005 e 2009. A amostra faz parte de um estudo mais alargado, (Longitudinal Investigation of Fertility and the Environment - LIFE), que procurava analisar a relação entre a fertilidade, estilo de vida e exposição a fatores ambientais.

Os resultados permitiram verificar que as mulheres com carência moderada a grave de iodo apresentavam menos 46 por cento de hipóteses de engravidar durante o ciclo menstrual, comparativamente com as mulheres com níveis adequados de iodo.

O iodo é um elemento natural fundamental para a produção das hormonas geradas pela glândula Tiroide (Hormonas Tiroideias). Na preconceção, gravidez e na amamentação as necessidades de iodo estão aumentadas.

Tendo em conta a prevalência da deficiência de iodo na população portuguesa, as organizações de saúde internacionais e a Direção-Geral de Saúde propõem que se faça suplementação nutricional com 150 microgramas de iodo diários.

Últimas Notícias

Gravidez e amamentação podem reduzir risco de menopausa precoce, diz estudo

A gravidez e a amamentação exclusiva durante sete a 12 meses podem ajudar a reduzir o risco de menopausa precoce, indica um novo estudo publicado na revista científica JAMA. A menopausa antes dos 45 anos (menopausa precoce) aumenta o risco de morte prematura, declínio cognitivo, osteoporose e doença cardiovascular.

Consumo combinado de álcool e tabaco na gravidez aumenta risco de Síndrome da Morte Súbita do Lactente

As crianças cujas mães beberam e fumaram para além do primeiro trimestre de gravidez têm um risco 12 vezes superior de Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL), comparativamente com as crianças que não estiveram expostas a álcool e tabaco ou cuja exposição a estas substâncias se restringiu ao primeiro trimestre de gestação. A conclusão é de um estudo publicado na revista científica online EclinicalMedicine.

Novo algoritmo prevê risco de diabetes gestacional

Um novo algoritmo informático de análise de dados, desenvolvido por cientistas do Weizmann Institute of Science, está a ser utilizado para ajudar a identificar mulheres em elevado risco de desenvolver diabetes gestacional. Esta ferramenta pode ser útil para identificar o risco antes da gravidez ou numa fase inicial do período de gestação, permitindo a adoção de medidas de prevenção da doença, como cuidados nutricionais ou alterações do estilo de vida.

Música poderá estimular desenvolvimento de bebés prematuros

Cientistas do Hospital Universitário de Genebra, na Suíça, tiveram a ideia de   colocar música no serviço de neonatologia, especialmente composta para estimular o desenvolvimento da atividade cerebral dos recém-nascidos prematuros.

Bebé no útero reage à luz antes do que se pensava

No segundo trimestre de gravidez, muito antes de conseguir ver imagens, o bebé consegue já detetar luz.

Subscreva a Newsletter

Receba informação semanal adaptada ao desenvolvimento da sua gravidez.