Gravidez torna a voz da mulher temporariamente mais grave

Escrito por: Michelle Tomás

Um estudo publicado na revista Evolution & Human Behaviour avança que depois da gravidez, a mulher fica com um tom de voz mais grave e monótona.

Gravidez torna a voz da mulher temporariamente mais grave

Estudos anteriores já tinham verificado que a tonalidade da voz da mulher poderia aumentar com a fertilidade, verificando-se uma alteração no tom durante todos os meses durante o período da ovulação e uma diminuição do mesmo, mais tarde, com a menopausa.

Um novo estudo veio provar que se verificam também mudanças na tonalidade da voz durante, aproximadamente, um ano após a gravidez.

Os investigadores apresentam duas possíveis justificações para esta mudança no tom da voz: uma tentativa de dar à mulher uma voz mais autoritária em resposta ao seu novo papel de mãe; ou devido à queda abrupta dos níveis das principais hormonas sexuais que poderá exercer uma influência na dinâmica vocal.

Para este estudo foi recolhida uma amostra de 20 mães cuja voz tinha uma presença preponderante nas suas vidas: cantoras, jornalistas, atrizes e celebridades. Os resultados provaram que o tom de voz médio das mulheres, após a gravidez, diminuía mais de 5 por cento, percentagem que equivale a cerca de 1,3 semitons.

Últimas Notícias

Mães com excesso de peso mais propensas a interromper amamentação

As mães que apresentam excesso de peso têm maior probabilidade de interromper o aleitamento materno na primeira semana após o nascimento do bebé, indica um estudo desenvolvido pela London School of Economics and Political Science, no Reino Unido, e a Universidade de Auckland, na Nova Zelândia.

Por que motivo, durante a gravidez, os sonhos e os pesadelos são mais frequentes?

Os sonhos e os pesadelos durante a gravidez, principalmente durante o terceiro trimestre, tornam-se mais vívidos e frequentes, avança um artigo publicado no portal Live Science.

O sexo de bebé influencia complicações relacionadas com a gravidez

O sexo do bebé controla os níveis de pequenas moléculas também conhecidas como metabolitos no sangue da mulher grávida. Este facto poderá explicar por que motivo o risco de desenvolvimento de algumas doenças na gravidez variam dependendo de ser um menino ou uma menina.

“Testes do pezinho” revelam que houve mais 97 nascimentos no primeiro semestre deste ano

Dados apurados através do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, conhecido como "teste do pezinho", apontam para um aumento no número de nascimentos no primeiro semestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2017.

Menor risco de obesidade nas crianças cujas mães têm estilo de vida saudável

Um estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) sugere que as crianças cujas mães seguem um estilo de vida saudável têm menor probabilidade de desenvolver obesidade, em comparação com crianças cujas mães optam por um estilo de vida menos saudável.

Subscreva a Newsletter

Receba informação semanal adaptada ao desenvolvimento da sua gravidez.