A televisão e a Internet influenciam os hábitos alimentares das crianças, diz estudo

Escrito por: Michelle Tomás

A exposição excessiva aos ecrãs por parte das crianças aumenta o interesse e a probabilidade de consumo de ‘comida de plástico’, indica um estudo destacado no The Daily Telegraph.

A televisão e a Internet influenciam os hábitos alimentares das crianças, diz estudo

Um estudo publicado no The Daily Telegraph refere que a exposição excessiva aos ecrãs aumenta a probabilidade de consumo de “comida de plástico”.

A investigação que contou com uma amostra de 2500 crianças avança que as que assistem a televisão comercial por mais de meia hora por dia têm maior probabilidade de pedir, comprar ou comer ‘comida de plástico’ (alimentos ricos em gordura, sal e açúcar).

Os investigadores descobrem que crianças em idade escolar passam uma média de 16 horas por semana na internet.

Quatro em cada cinco sites mais utilizados são comerciais que exibem publicidade online.

Os especialistas recomendam que o tempo de ecrã para crianças (incluindo TV, smartphones, tablets e videogames) seja restrito a menos de 2 horas por dia.

Últimas Notícias

Mortalidade infantil atinge valores mais baixos desde que há registo

Segundo dados recentes apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística, a taxa de mortalidade infantil diminuiu cerca de 0,7% em 2017, atingindo o valor mais baixo de que há registo em Portugal.

Gargalhadas dos bebés semelhantes à dos macacos

Bebés mais novos riem-se como outros primatas. O ser humano é o único que se ri por meio da exalação, ou seja, o ato de expelir ou soltar.

Estudo sugere que crianças memorizam sons durante a sesta

Cientistas analisaram o que as crianças ouvem ou não durante o sono, concluindo que o ambiente sonoro durante as sestas não passa despercebido e gera memórias.

Mulheres devem fazer pausa de, pelo menos, 12 meses entre cada gravidez

Conceber novamente muito cedo poderá provocar complicações para o parto, avança um estudo publicado no Mail Online.

Amamentação protege bebés de bactérias resistentes a antibióticos

Investigadores da Universidade de Helsínquia, na Finlândia, verificaram que crianças amamentadas por seis meses apresentam menor quantidade de bactérias resistentes a antibióticos, no intestino, do que crianças amamentadas durante menos tempo ou que não foram amamentadas de todo.

Subscreva a Newsletter

Receba informação semanal adaptada ao desenvolvimento da sua gravidez.